quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
O que é "AUTISMO"??
**Autismo é uma desordem comportamental causada por mudanças súbitas em certas áreas do cérebro. Atualmente (2008), 1 em cada 150 crianças é diagnosticada com autismo nos Estados Unidos e o número é crescente. As causas biológicas exatas do autismo e das desordens do espectro autista são desconhecidas e são um grande desafio para a sociedade. Embora não haja uma má formação cerebral, estudos recentes têm observado mudanças bruscas em algumas áreas do cérebro de pacientes autistas, incluindo um aumento moderado, que parece acontecer durante o desenvolvimento do cérebro fetal ou na 1ª infância. Fatores genéticos, ou a exposição do cérebro em desenvolvimento a alguma toxina ambiental ou infecção, pode ser a causa dessas anormalidades. O impacto cerebral pode piorar durante a vida, enquanto o indivíduo é continuamente exposto a tais fatores ambientais, ou dentre aqueles com incapacidade de quebrar e se livrar dessas toxinas.
**No cérebro normal, essas áreas coletivamente conhecidas como o sistema límbico, estão envolvidas em atividades complexas como encontrar significado nas experiências sensoriais e perceptivas, no comportamento social, na emoção e na memória. O sistema límbico também está envolvido no controle de complexos movimentos habituais como, aprender a se vestir e se lavar, ou participar de atividades coletivas. A estrutura límbica, está envolvida em diversos processos desde a criatividade artística, ao aprendizado de uma habilidade, reconhecimento de estruturas faciais, a ligação emocional, a agressão e ao vício. Então, anormalidades nessa área cerebral, cortam ou proporcionam impressões destorcidas da realidade, levando a inabilidade de efetivamente se relacionar com o mundo a sua volta, provocando um isolamento social.**Pessoas com autismo podem ficar presas a um mundo de comportamentos ritualísticos. Com variável incapacidade de interagir com as pessoas a sua volta. Uma pequena parcela mostra uma notável habilidade para executar algumas tarefas como tocar piano, executar cálculos matemáticos complexos, enquanto ao mesmo tempo não conseguem se alimentar sozinhos ou se vestir.
**Os aspectos biológicos e comportamentais do autismo, remetem a desordens como a esquizofrenia, epilepsia e outras tantas raras condições neurológicas pediátricas.
**Desordens da química cerebral, particularmente envolvendo os neurotransmissores dopamina e serotonina, que protagonizam um papel importante no movimento e funcionamento do sistema límbico, têm sido apontadas. Ligações entre anomalias genéticas responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro estão sob investigação. Descobertas recentes sugerem anomalias no sistema digestivo, e estudos mostraram que os sintomas de alguns pacientes são agravados por determinados fatores dietéticos que resultam possivelmente das alterações de populações bacterianas no sistema digestivo.
**Há ligações entre várias desordens inflamatórias, tais como artrite reumatóide e recentes evidências de processos inflamatórios em curso no cérebro. Isto sugere que as alterações no sistema imunitário ou em alguns fatores ambientais possam contribuir para o autismo também. Parece que estes compostos biológicos, estão alterando diretamente ou indiretamente a função do cérebro em níveis variados. Entretanto, uma hipótese unificadora para esta desordem devastadora que considera todas estas observações, ainda não foi encontrada. O autismo é claramente uma desordem do comportamento. Conseqüentemente uma análise detalhada desta desordem comportamental complexa, na condição humana e em modelos de experimentos animais é absolutamente essencial.
**Um número de compostos metabólicos resultados da digestão alimentar e também os compostos inflamatórios liberados pelo organismo , as citoquinas, são conhecidos por ter efeitos profundos no desenvolvimento do cérebro, na função de sistema límbico e finalmente no comportamento.
**Nem todo autista é igual, existem autistas mais sociais que outros, outros são mais intelectuais, e assim por diante. Por isso dá-se o nome de Espectro Autista a estas diferentes manifestações do autismo: o autismo tem vários níveis, desde os mais graves (o autismo típico em que as pessoas geralmente pensam) até os casos mais sutis. Muitos autistas não são muito diferentes de pessoas tidas como "normais": possuem hábitos consolidados, reagem com dificuldade a situações que os desagradam, possuem manias e preferências.
**As características mais comuns do autismo são:
- Dificuldade na interação social (como todo e qualquer indivíduo, por exemplo);
- Dificuldade acentuada no uso de comportamentos não-verbais (contato visual, expressão facial, gestos);
- Sociabilidade seletiva;
- Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades:
- Preocupação insistente com um ou mais padrões estereotipados (movimento circular, por exemplo);
- Assumir de forma inflexível rotinas ou rituais (ter "manias" ou focalizar-se em um único assunto de interesse, por exemplo);
- Maneirismos motores estereotipados (agitar ou torcer as mãos, por exemplo);
- Preocupação insistente com partes de objetos, em vez do todo (fixação na roda de um carrinho ou na boca de alguém que fala, por exemplo);
- Seguir uma vida rotineira e resistir mais do que uma pessoa comum resistiria quando ela é mudada;
- Tendência a uma leitura concreta e imediatista do contexto, seja ele linguístico ou ambiental ("levar tudo ao pé da letra").
**O diagnóstico do autismo é feito clinicamente, mas pode ser necessário a realização de exames auditivos com a finalidade de um diagnóstico diferencial.
**Outros exames devem ser considerados não para diagnóstico, mas com a finalidade de se realizar um bom tratamento. São eles: Ácidos Organicos, Alergias alimentares, Metais no cabelo, Perfil ION, Imunodeficiencias entre outros.
**Até o momento, os pesquisadores ainda não identificaram claramente os fatores causais do autismo. No entanto, terapeutas e pais de pessoas com autismo têm experimentado diversas formas de ajudar as pessoas com autismo. Muitas abordagens de tratamento têm sido desenvolvidas – cada uma com diferentes filosofias e metodologias. Hoje o que sabemos é que o autismo é tratavel, curas e grandes melhoras já são relatadas por todo o mundo.
**Devido ao fato de o autismo não ser uma doença exclusivamente mental, e sim um problema organico que afeta vários sistemas o tratamento deve ser muito cauteloso, além de abrangente.
**Destacando o Tratamento biológico e a abordagem Son-Rise.
**O Tratamento biologico é baseado na normalização das funções bioquimicas do organismo, além do aumento da imunidade e eliminação de possiveis metais pesados presentes no organismo (destacando alumínio, chumbo e mercúrio).
**Son-Rise é uma forma de abordagem cognitiva, que leva a criança a um estado de alta conecção com o terapeuta, o que possibilita o desenvolvimento de habilidades sociais.
**Podemos destacar também as dietas sem glutem e caseina, suplementação de vitamina B6, e uso de camara hiperbárica.
Origem da Pesquisa: Wikipédia , a enciclopédia livre.E por ter um afilhado lindo, maravilhoso e autista fiz esta pesquisa, depois de uma longa conversa com minha amiga Sandra Valeriote, pois assim percebi a grande dádiva que Deus me deu de batizar e poder abençoar, mesmo que no pensamento este ser excepcionalmente apaixonante! TE AMO WELERSON, meu afilhado querido. E Dindinha estará sempre zelando, rezando e fazendo todo possível e impossível para que você seja dentre as pessoas "anormais que somos nós os humanos" o mais normal sempre!! Você é uma benção de DEUS!!!! Tenha certeza sempre disto. E mais certeza ainda do amor incondicional de seus pais, sua irmã, seus primos, amigos e eu "Monique Eccard" na condição de sua "prima e Dinda" nutrimos por VOCÊ.
sábado, 23 de maio de 2009
Oque é o ECA ??

O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, Lei nº 8.069/90 que regulamentou o artigo 227 da Constituição Federal que atribui à criança e ao adolescente, prioridade absoluta no atendimento aos seus direitos como cidadãos brasileiros. A aprovação desta Lei representa um esforço coletivo dos mais diversos setores da sociedade organizada. Revela ainda um projeto de sociedade marcado pela igualdade de direitos e de condições que devem ser construídas, para assegurar acesso a esses direitos. É, portanto, um instrumento importante nas mãos do Estado Brasileiro (sociedade e poder público) para transformar a realidade da infância e juventude historicamente vítimas do abandono e da exploração econômica e social.
Veja aqui mais sobre o Estatuto:

Fonte de Pesquisa: Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente

De acordo com Magno Malta, que preside a CPI contra a Pedofilia no Senado, um dado preocupante é a grande movimentação de dinheiro nas várias formas de atuação. "Enquanto o mercado do narcotráfico movimenta pelo mundo cerca de R$ 52 bilhões, os crimes de abuso sexual giram em torno de R$ 105 bilhões", afirma.
Em recente viagem aos Estados Unidos, o senador se reuniu com a direção da Microsoft e da Google, e ambas reafirmaram o compromisso em criar ferramentas de combate a crimes ligados à abuso e exploração sexual infanto-juvenil na rede. "Diversas frentes de trabalho estão abertas e em andamento, como a investigação das denúncias de redes de aliciadores nos estados e a elaboração de novas leis para reprimir a ação dos criminosos, além da análise do material colhido nos sites suspeitos de conteúdo ilegal", garantiu.
Para saber mais acesse o site: prómenino
e Faça sua busca em: notícias

É alarmante a violência generalizada que afeta principalmente as crianças e adolescentes. O momento agora é de buscar caminhos que levem o ECA se aperfeiçoar, mais e mais, penalizando os agressores e punindo severamente a sociedade que apoia, que violenta os direitos das crianças e adolescentes , banalizando os casos de violência. Saúde e Sucesso Sempre!! Monique Eccard
segunda-feira, 18 de maio de 2009
18 de Maio: Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Mas é a pesquisa sobre o perfil da criança explorada e de seus exploradores que promete revelar a rede que envolve a cadeia do turismo de Fortaleza. Com 402 páginas, o levantamento identificou, de janeiro a agosto de 2008, a faixa etária desses jovens, os motivos que os levaram a aceitar a exploração sexual, seu relacionamento com a família e com os “clientes”, o nível de escolaridade dessas crianças e adolescentes, dentre outros dados relevantes. O levantamento também ouviu diversos segmentos do trade turístico de Fortaleza, buscando saber qual a percepção desses atores sobre os responsáveis por esta realidade de exploração sexual no Turismo.
A pesquisa, realizada pela Setfor, revelou que tanto as crianças e adolescentes sujeitos à exploração sexual, como os diversos segmentos da cadeia produtiva do Turismo, identificam os taxistas e os donos de hotéis como os principais intermediários entre os exploradores e suas vítimas (17,6%). Nos meios de hospedagem, 52,9% dos entrevistados apontam os motoristas de táxi como principal intermediário e influenciador da exploração sexual. Entre os guias de turismo, 35,1% também apontam a categoria, seguida pelos barraqueiros (10,6%) e ambulantes (9,6%).
Desconhecimento
Quando perguntado aos taxistas sobre a relação da categoria na exploração, 24,7% dos profissionais disseram que nunca são abordados por turistas com essa finalidade. Outros 15,5% afirmam que os clientes demonstram interesse, mas perguntam a outros segmentos da atividade turística; e apenas 9% desses taxistas admitiram receber solicitação de clientes sobre a prática de exploração sexual. Dos entrevistados, 59% afirmaram não fazer corrida com crianças e adolescentes que estão sofrendo exploração sexual. Mas só 1,2% dos taxistas disseram que denunciam o crime ao Disque 100.
Outro dado interessante é que 61,3% dos taxistas afirmaram desconhecer as formas de denúncia existentes para a prática da exploração sexual de crianças e adolescentes (apenas 38,7% conhecem). Já 66% dos ambulantes conhecem os meios de denunciar, no entanto não o fazem. Apenas 34% admitiram ignorar os mecanismos de denúncia. Dos ambulantes entrevistados, 37,7% apontam os taxistas como envolvidos nessa rede, seguidos de hotéis e barraqueiros (17,9%).
Contextualização
A pesquisa ainda dimensiona e contextualiza as causas da exploração sexual de crianças e adolescentes implicados indiretamente com a atividade turística de Fortaleza. O objetivo é, com estes dados, permitir que os órgãos municipais que desenvolvem ações de prevenção à exploração sexual de nossos jovens, possam executar e/ou apoiar políticas públicas de enfrentamento a esse fenômeno.
Universo
A pesquisa foi realizada junto a jovens, com idades até 12 anos incompletos (crianças) e de 12 anos completos até 18 anos incompletos (adolescentes), que freqüentam os principais corredores turísticos de Fortaleza. Além desses corredores, entraram na pesquisa os bairros da Serrinha e Lagamar (que aparecem em outras pesquisas sobre exploração sexual de crianças e adolescentes). O motivo é que estes dois bairros estão próximos às áreas por onde o turista transita vindo ou indo do aeroporto à orla da cidade, onde está concentrada a rede hoteleira.
Foram entrevistados desde os ambulantes, guias de turismo, donos de bares e restaurantes nos corredores turísticos, donos e funcionários de boates, rede hoteleira, mototaxistas e os taxistas que atuam nessas regiões.
2ª Pesquisa
A segunda pesquisa é um diagnóstico das famílias dos 360 jovens que participaram do Projeto Inclusão Social com Capacitação Profissional, do Ministério do Turismo/Programa Turismo Sustentável e Infância (TSI), em parceria com a Setfor e Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH). Nesse diagnóstico foi identificado o perfil sócio-econômico-cultural das famílias dos jovens participantes, visando pautar políticas públicas de inclusão social. Esta pesquisa será apresentado logo após a da Exploração Sexual Infanto-Juvenil no Turismo de Fortaleza.